sábado, 8 de dezembro de 2012

Usar ou não andadores?




Hoje nossa conversa é sobre um assunto que muitas pessoas não conhecem. O andador dá à mãe a tranqüilidade de ver sua criança “protegida” e ao mesmo tempo aprendendo a dar os primeiros passos. Mas será que ele realmente faz o que promete ou é um vilão do desenvolvimento motor da criança?
Para uma criança começar a dar os seus primeiros passos, por volta dos 12 meses de idade, ela passa por um processo gradual aonde vai ganhando habilidades necessárias ao ato de caminhar. Assim, a criança primeiro aprende a rolar, depois a sentar-se, engatinhar, ficar em pé e só depois começar a andar.
Ao quarto mês a criança é capaz de apoiar nos cotovelos e a rolar. Ao nono mês ele senta-se sem apoio e consegue engatinhar e aos 12 meses ele já consegue andar. Dessa forma é que ocorre o aprendizado de como andar para uma criança. O grande problema do andador é que este corta muitas fases e a criança que não sabe engatinhar é colocada diretamente na fase de caminhar.
Os problemas inerentes ao andador infantil são: atraso no caminhar por saltar tantas fases de desenvolvimento, ocorre ainda uma sobrecarga na musculatura da perna, a criança não fica com o pé totalmente apoiado, andando sempre na ponta dos pés, além disto, a posição que o andador oferece pode gerar deformações no quadril da criança.
Outro grande problema é que pelo fato do andador dar a falsa sensação de segurança, os pais, muitas vezes, não ficam atentos aos pequenos e podem ocorrer acidentes que tem a capacidade de evoluir para problemas mais sérios. O que facilmente se constata é que crianças em andadores correm, tornando-a prato cheio para quinas de móveis, degraus e outros obstáculos na casa.
Antes de deixar a sua criança em um andador pense bem, lembrem-se que há pouco tempo as crianças eram criadas no chão, sem andador, caindo, levantando-se e voltando a caminhar, e mesmo assim cresceram saudáveis.

Por Alessandro Santos.
Postado originalmente em: Informe Cidade


quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Ele é de berço, e daí?



Hoje trago para vocês uma triste constatação: o sucesso não advém do trabalho; ou pelo menos é isto que querem fazer com que acreditemos. Particularmente sou contra tal assertiva.
A mediocridade humana tende a dar créditos ao acaso e não reconhece a força e o trabalho desprendidos por uma pessoa ao realizar um sonho. Quando em conversa com alguns amigos trago o exemplo de alguns profissionais de excelência e qualidade que se deram super bem na profis
são e são extremamente admirados e valorizados, é fácil ouvir um: “Ah! Mas ele já nasceu com dinheiro, ele teve berço, a família dele é rica”. Tais afirmações podem ser entendidas como uma válvula de escape, como uma desculpa pseudo plausível para justificar a sua falta de coragem para correr atrás do sucesso. Ter tido melhores condições financeiras ajudam, mas não é o ponto chave.
O ser humano não está mais fadado ao determinismo desde o dia em que largou uma caverna e construiu sua primeira e rudimentar forma de moradia. Foi por pensar diferente, por ter a convicção de que somos muito mais fortes e capazes que hoje é possível atravessar rios, transpor oceanos, acessar a internet. Se fossemos ainda pautados pelo determinismo o ribeirinho só conheceria peixes e o serrano nem saberia o que eles são.
A Banda Roupa Nova nos diz em “coração pirata” que “as pessoas se convencem de que a sorte me ajudou, mas plantei cada semente que meu coração desejou”; foi plantando cada semente sonhada no fértil solo da ação que nossos amigos atingiram o sucesso; viraram líderes após muito estudo e preparação. Não culpe os outros pela sua falta de coragem em almejar o seu posto de destaque. Não é o dinheiro que traz o sucesso, são os sonhos vividos.

sábado, 17 de novembro de 2012

Excelência ou Competência?


      

      Até pouco tempo ser competente bastava para enfrentar um mercado de trabalho tumultuado e caótico. Todavia, com todas as oportunidades que se têm hoje, todos têm o potencial de competir, de modo que no novo horizonte comercial ser competente é obrigação e não vantagem. Com as facilidades estudantis que tomaram conta do Brasil nos últimos anos (e que graças á Deus democr
atizaram os estudos) competir virou missão possível a todos.
             A Revista Fisio S/A traz, em uma de suas edições a idéia de que o profissional hoje deve buscar a excelência. De certa forma, atualmente a falta de competência é um desrespeito com quem está dando seu suor para pagar seus serviços. É necessário sermos EXCELENTES em tudo que fazemos e, principalmente, na nossa profissão.
No livro “Você é do tamanho dos seus sonhos”, César Souza cita Norberto Odebrecht, fundador do grupo homônimo atuante na construção civil; segundo ele a palavra “competitividade” tem foco no competidor, no concorrente e assim se perde o que o cliente quer e precisa; assim o profissional jamais será um líder, as ações serão reflexos e respostas daquilo que os concorrentes fizerem, ficando ele sempre com ações em resposta à dos concorrentes, “ações atrasadas”.
              Em conversa com o grande amigo Alipio Fisio, este me trouxe um conceito inteligente de concorrência; para ele concorrentes não existem, isto, pois, quando estou sempre no intuito de evoluir profissionalmente, eu terei colegas que se encontram num patamar mais elevado no mercado de trabalho e é minha obrigação acompanhá-los (ou ultrapassá-los) e terei colegas que estão atrás de mim no mesmo mercado e é obrigação deles me acompanharem. 
         Portanto, não busque a competência, inspire-se e almeje a excelência e faça do seu viver uma busca incansável para atingi-la; você necessita disto para ser valorizado, para valorizar seus pacientes e para crescer profissionalmente.

Alessandro Santo’s

terça-feira, 24 de julho de 2012

Seja humano ao tratar um humano!!!


Na fisioterapia algo se mostra de suma importância. Não adianta que você seja detentor das mais novas técnicas para o tratamento do seu paciente, se antes disto você não entender seu paciente com um ser humano. É humano e aceitável a reivindicação constante por atenção; não  são necessárias pesquisas para se perceber a diferença que existe entre aquele profissional que dá a seu paciente a dedicação por ele merecida e aquele que o trata, o cura, mas não demonstra finos tratos com o mesmo. Ao sair do consultório ou clínica o paciente se volta para amigos e parentes e avalia o profissional de acordo com o tempo gasto e solicitude desprendida ao atendê-lo. Tanto é que se você dá a este paciente o melhor tratamento possível porém não lhe demonstra um mínimo interesse além da conduta e evolução do mesmo, ainda que curado, ele sairá, muito provavelmente, falando mal de você; caso contrário, se você procura a este como vai a mãe, o pai, irmão, avó, tia, cachorro, periquito e jabuti este terá você como um excelente profissional. E na verdade o mínino que um fisioterapeuta deve a seu paciente é a interação necessária e tão importante a qualquer mortal humano, uma vez que este, o profissional, também não é nada mais que um pobre mortal. É clichê dizer que você planta hoje aquilo que colherás amanhã, porém é verdadeiro e necessário entender tal sentença; e ainda mais importante é entender que a sociedade te trata da forma que você a trata; as suas atitudes dizem muito mais do que você pensa e refletem com imensa rapidez, sendo portanto fixadas em seu destino. Trate o seu paciente como um ser humano, apenas isto, não é tratar-lhe como a um deus, não é oferecer a sua vida a ele; é apenas RESPEITÁ-LO, da mesma forma que gostarias de ser respeitado.
 Eis a minha opinião...

Por Alessandro Santos


quarta-feira, 11 de julho de 2012

A importância de saber avaliar


            O sucesso de um tratamento fisioterapêutico depende em boa parte da avaliação detalhada e correta que este profissional faz das disfunções do paciente. Apenas conhecendo as peculiaridades do problema apresentado pelo paciente é que é possível um acompanhamento eficaz para este e só assim se torna viável chegar à técnicas que serão mais úteis no tratamento em questão.
Iniciamos nossa avaliação com uma anamnese adequada que nos permita montar um perfil real do paciente identificando os traços de sua individualidade como pessoa. Nesta é possível colocarmos: NOME, ENDEREÇO, TELEFONE, IDADE, SEXO, PROFISSÃO, ALTURA, PESO, DATA DA AVALIAÇÃO, entre outros dados que você como profissional pode julgar necessário.
Após a anamnese temos a queixa principal, onde o paciente nos dirá “o porque” dele ter procurado seu serviço. Partimos, após a queixa principal, para a História da Moléstia Atual, onde deverá ser questionado ao paciente todos os fatos e aspectos ligados a sua queixa – quando surgiu as queixas, como surgiram, todo o percurso desde a gênese do problema até à presente data, tratamentos utilizados, o que incomoda, como surgem as queixas, como estas melhoram. É necessário na HMA ter foco sempre na queixa principal, descartando fatos aleatórios e sem ligação com esta queixa.
Na História Pregressa você pode avaliar algumas doenças que este paciente venha a ter, tal como doenças crônicos/degenerativas (Diabetes, HAS, Dislipidemia) e na História Familiar é possível identificar a presença de algum fator hereditário que possa contribuir para o quadro do paciente ou alertar à algum risco que este paciente possa ter.
É interessante que ainda se faça um levantamento dos medicamentos em uso pelo paciente, das intervenções cirúrgicas que este passou e anotar os resultados obtidos nos exames complementares.
Após esta primeira avaliação, o fisioterapeuta parte para uma avaliação mais objetiva do paciente, onde irá fazer a inspeção, palpação, dará atenção à movimentação passiva e ativa do paciente, fará a goniômetria, teste de força muscular, de flexibilidade, de sensibilidade e os testes especiais; a este tópicos daremos maior atenção em postagens futuras.
Só após a avaliação completa é que o fisioterapeuta terá margem para dar o diagnóstico fisioterapêutico e propor as condutas necessárias para o tratamento e resolução do problema em questão.


domingo, 13 de maio de 2012

Ás mães


Uma homenagem de toda a Equipe Conexão a todas as mães leitoras do nosso blog:

 

Por: Alessandro Santos

sábado, 12 de maio de 2012

A namorada

Eu tive um sonho
acordei para te buscar,
Andei pelas ruas
Sob a lua sem te achar.

Cantei seu canto
Em todo canto, quis te encontrar...
No nosso lugar
Sob a luz do nosso luar.

Eu só tento imaginar
O jeito certo pra te conquistar,
E hoje espero no relógio
O tempo certo pra te encontrar.

Já não sei o que quero
Ou se quero te esperar.
Nesta procura incerta
Eu quero apenas amar.

Sonho que está longe
De a princesa encontrar,
Corro para casa
E escrevo pra te conquistar.

No tempo incerto
Que insiste em não chegar,
A menina tão sonhada
Que eu quero namorar.

Sob a lua, andei pensando...
E cansei de esperar,
A menina tão amada
Que não que me amar.
 
(Por Eduardo Cambará)
 
 

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Hebert, exemplo de superação

 “Quando tá escuro e ninguém te ouve, quando chega a noite e você pode chorar,  há uma luz no túnel dos desesperados, há um cais de porto pra quem precisa chegar.” Assim canta Hebert Vianna em Lanterna dos Afogados.
 O vocalista da banda Paralamas do Sucesso é um exemplo de superação e determinação. Em fevereiro de 2001 o cantor sofreu um acidente com seu ultraleve em Angra dos Reis; Hebert sofreu traumatismo cranioencefálico, lesões na base dos dois pulmões e teve uma vértebra esmagada cujo fragmento atingiu sua medula, deixando-o paraplégico. Sua esposa faleceu imediatamente.
Hebert chegou ao hospital em coma, com Glasgow de 4, evoluindo para 13 na escala, no dia 28/02. No dia do acidente ele fez uma cirurgia no cérebro para instalação de um dreno e no dia 07, terceiro dia de internação, fez outra cirurgia para a retirada de cerca de 5 cm de tecido cerebral necrosado. Foi feita também uma traqueostomia, desta forma ele teve suas cordas vocais preservadas.
Entre os dias 16 a 21 de julho de 2001, Hebert foi avaliado no Hospital Sarah Kubitschek, em Brasília, e de acordo com os exames o cantor se encontrava paraplégico, porém com resposta dos músculos da coxa.
Os Paralamas do sucesso fizeram seu primeiro show após o acidente no dia 24/09/2002, para o Fantástico. Hoje continuam encantando a todos com seu potencial musical incomparável e com a história de superação de seu vocalista. Hebert Vianna continua fazendo shows com a banda, hoje em uma cadeira de rodas. A cadeira não foi uma limitação, apenas um mero objeto que passou a fazer parte da imagem de Hebert e da banda. Hebert provou que as limitações estão apenas na mente de cada um.
A determinação de Hebert foi uma das coisas mais importantes em sua reabilitação e que sua historia sirva de exemplo para todos.

Por Alessandro Santos

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Brasil poderá ter banco de dados com DNA de criminosos


Após passar pelo Senado, a Câmara de Deputados aprovou no ultimo dia 2 um projeto permitindo a coleta de material genético de alvos de investigação criminal e condenados por crimes hediondos e violentos a serem submetidos à identificação do perfil genético e armazenamento do seu DNA. Esse projeto agora encontra-se nas mãos da presidente Dilma Rousseff, aguardando que a mesma sancione e de preferência sem vetos para que possa se tornar Lei.
Como todos nós sabemos no Brasil o único meio de identificação desses criminosos é através do banco de dados do governo federal onde só encontramos fotografias e impressões digitais. Esse Banco de dados vem a calhar, uma vez que ajudara com mais eficácia na identificação de um réu, lembrando que só poderão ter acesso a esses dados autoridades policiais, Ministério Publico ou defesa para contribuição da investigação, mediante a uma ordem judicial.
"Será ampliada a possibilidade de identificação criminal. O material genético colhido na cena de um crime, por exemplo, poderá ser confrontada com o banco de dados permitindo identificar o criminoso", afirmou o deputado João Campos (PSDB-GO), um dos relatores do projeto na Câmara.
O projeto determina ainda que após o cumprimento da pena pelo réu, esses dados sejam excluídos do banco de dados. O Ministério da Justiça havia proposto que os perfis fossem descartados logo no encerramento da investigação policial, caso o indiciado fosse inocentado.

Janaína Lopes é graduanda em Biomedicina, 8º semestre pela Faculdade Guanambi e será, a partir de hoje nossa colunista.

domingo, 6 de maio de 2012

Aumento da alergia ao metal causada pela artroplastia metal-metal do quadril e inflamação peri-implante T-linfocítica

            Pesquisadores europeus, Thomas e colaboradores, divulgaram na revista Allergy (2009), um estudo com pacientes que foram submetidos a uma artroplastia total de quadril mal sucedida, e com inflamação mediada por linfócitos T ao redor da prótese, apresentavam taxas elevadas de alergia a metais.
                O desgaste das superfícies articulares ainda é o fator limitante mais importante para uma função durável de uma articulação artificial. A deterioração das articulações do quadril pode levar a sintomas como dificuldade ao caminhar, rigidez ou dor. Quando os sintomas não respondem ao tratamento conservador, os pacientes podem ser aconselhados a sofrer artroplastia total do quadril. Os pacientes podem receber um implante “metal-metal" de quadril em que a "bola e soquete" do dispositivo são feitas de metal.  O uso de próteses de metal abrasivo produz partículas de metal. Quando estas entram em contato com o tecido adjacente, podem causar uma reação granulomatosa do tipo corpo-estranho que acaba por levar à reabsorção óssea e à perda dos implantes. A utilização de próteses com interface metal-metal reduziu muito este tipo de complicação, mas a alergia pode ainda ter uma contribuição importante.
Dessa forma o artigo objetivou, com base na descrição de DTH observada em alguns pacientes com implantes metal-metal que fizeram revisão das próteses, se tal hipersensibilidade poderia está ligada à liberação de partículas (íons metálicos) dos implantes além da inflamação ao redor do implante com presença de granulomas pelas partículas de tais metais. Ao todo participaram 16 pacientes que fizeram cirurgia revisional.
A cirurgia revisional foi realizada por causa da: (i) dor: 8/16 (ii) osteólise: 4/16 (iii) luxação: 3/16 e (iv) afrouxamento da haste: 1/16. O grupo dos pacientes é composto por 8 homens e 8 mulheres com idades entre 52-83 anos. Para investigar melhor, os pesquisadores avaliaram amostras de tecido e de sangue dos 16 pacientes e foram utilizados 12 pacientes como controles saudáveis e não-alérgicos (5 mulheres e 7 homens com idades entre 25-76 anos).
 Exames histológicos foram realizados pela fixação da cápsula articular peri-implante. O Teste de Patch foi realizado para 26 alérgenos mais cobalto, cromo, níquel, manganês e molibdênio. A medição de IgE foi realizado pelo método de ELISA para presença de pêlo de gato, pó de casa, látex natural, dois tipos de ácaros e dois tipos de grão de pólen. O teste de transformação linfocitária (LTT) foi realizado para cálculo do índice de estimulação. Os resultados gerais são abordados
Todos os pacientes apresentaram um infiltrado inflamatório com predomínio de linfócitos adjacente à prótese. Três casos mostraram morfologicamente a imagem de metalose. A sensibilidade ao metal foi demonstrada em 13 pacientes (81%) e 11 apresentaram reações alérgicas positivas ao metal nos testes cutâneos de sensibilidade (teste de Patch). Sete deles apresentavam sensibilidade ao cobalto, sete ao cromo e quatro ao níquel. Cinco pacientes apresentavam história de alergia cutânea ao metal e atopia foi observada em quatro deles. A 25% de atopia é semelhante à encontrada entre a população geral da Europa Central.
Embora a taxa global de insucesso de artroplastia metal-metal induzida por alergia é considerada baixa e o número de casos até agora são pequenos, o estudo revela a necessidade de histórico de alergias (notadamente os metais Co, Cr e Ni neste caso específico) no pré-operatório e poderá ajudar a caracterizar melhor os indivíduos sob maior risco de apresentar uma artroplastia mal sucedida por razões alérgicas.
 
 
Thomas,P. et al. Increased metal allergy in patients with failed metal-on-metal hiparthroplasty and peri-implant T-lymphocytic inflammation. Allergy: 64, p.1157-1165, 2009. 


Túlio Cesar esta Cursando Biotecnologia, 7º semestre, pela UFBA e estará conosco postando para o blog. O Conexão Fisio lhe deseja boas vindas e agradece a confiança no nosso projeto.

sábado, 5 de maio de 2012

Reflexão - Momentos


Bom, a idéia de diversificar foi levada ao extremo pelo Conexão, por isso fui convidado a escrever para vocês. Vou encarar essa empreitada e tentarei escrever textos, sobre a vida em geral (amor, amizade, viver, fé, etc..). Poderia até entrar na parte da saúde mental né!? rs
Espero que gostem. Eduardo Cambará se apresentando aos leitores do Conexão.





Momentos


Às vezes perguntamos por que acontece algo conosco.
Seria a conseqüências das nossas ações.
Seria a lei da ação e reação agindo em nossas vidas,
Mas como já disse um sábio homem:
’’O que seria da luz, se não existisse às trevas’’,
Com essas palavras podemos refletir sobre vários momentos que vivenciamos:
A alegria, após passarmos por momentos de
Sofrimentos e tristezas;
A paz, após momentos de brigas e conflitos;
A vitória, após vencermos os obstáculos, erros e os tropeços
do dia a dia;
A amizade, que apesar de rivalidades e inimizades de alguns,
Encontramos um amigo que nos abraça com um sorriso;
O amor, que apesar dos desenganos e das mágoas,
sempre vamos encontrar um coração que irá nós completar,
Por isso, por mais que apareça os problemas, HaKuna Matata meu amigo.
Erga a cabeça e aprenda com eles, isso é viver.
E assim conquistaremos a alegria, a paz, a vitória, a amizade e o amor...


 
Eduardo Cambará é mais um colunistas que estará conosco nesta nova fase do Conexão Fisio. Eduardo obrigado pela força.

sexta-feira, 4 de maio de 2012

A FISIOTERAPIA NOS DIVERSOS MOMENTOS DA VIDA

Joana resolveu engravidar e antes disto procurou um fisioterapeuta para um fortalecimento de seu assoalho pélvico, coisa que facilitaria na hora do parto. Ao longo da gravidez continuou freqüentando o Fisio para reduzir alguns dos desconfortos gerados pela mesma; ao 4º mês de gravidez resolveu que seu parto seria uma cesariana e com isto o fisioterapeuta passou a preparar o seu abdome para a incisão cirúrgica. No 8º mês foi necessário fazer o parto já que mãe e bebê corriam sérios riscos. O parto foi um sucesso e Joana não teve nenhuma complicação. 
A pequena Beatrice, filha de Joana, por ter nascido prematura, precisou ser levada a uma UTI neonatal. Durante o tempo que Bia ficou na UTI sempre havia um fisioterapeuta acompanhando-a e em poucas semanas ela já podia ir pra casa.  Como conseqüência do parto, Bia ficou com um discreto atraso em seu DNPM o que a obrigou a freqüentar um fisio desde cedo. Cresceu forte e saudável.
Certo dia, em uma de suas brincadeiras no quintal de sua casa, caiu e teve uma fratura de úmero, levada ao hospital foi imobilizada e depois de alguns dias de imobilização foi liberada para a fisioterapia; mais uma vez seu melhor amigo foi este profissional. Bia cresceu, tornou-se adolescente e, como toda mulher, preocupada com sua estética, procurou um fisioterapeuta, fez tratamentos para estrias e celulites, drenagem linfática e outras coisas mais.
Bia se transformou em uma excelente jogadora de futebol e neste mundo dos esportes teve algumas contusões, facilmente resolvidas pelo fisioterapeuta do clube. Ela resolveu estudar e se formou em Fisioterapia, queria também utilizar suas mãos para curar e trazer alentos á outras pessoas.
Joana e Bia na verdade não existem. Bia representa a todos que se apaixonaram pela fisioterapia em algum momento da sua vida e por isto se tornaram e se tornarão excelentes profissionais que irão passar por suas mãos muito mais que força, cura e alento, irão passar para todos o amor de seu toque.
Esta história serve apenas para mostrar o quanto um fisioterapeuta pode estar presente na vida de uma pessoa e o quão esta presença é importante para o paciente, pensem nisto.

Por: Alessandro Santos

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Obesidade e suas conseqüências para a saúde do individuo

Glívia Renata S Novaes
Bom, esse é o primeiro artigo que escrevo para o blog, então decidir começar com um assunto que preocupa a muitos devido a sua grande incidência e as graves repercussões sistêmicas dessa doença. Segundos dados da Organização Mundial de Saúde, 50% dos estadunidenses são considerados obesos. No Brasil, as estatísticas não divergem muito, 56% da população sofrem com excesso de peso (dados do ministério da saúde).
A obesidade é classificada como um distúrbio caracterizado pelo excesso de peso e acúmulo de gordura, principalmente no abdome e quadris. Vários métodos são usados para o diagnostico da doença, dentre eles o Índice de Massa Corpórea. Porém são recomendados outros métodos de avaliação, como testes de adiposidade subcutânea e dessimetria óssea. No caso do IMC, são considerados obesos pacientes com índice acima de 30 k/m².
É importante ressaltar todo o fator histórico envolvido nessa questão, haja vista que desde os primórdios das civilizações, as pessoas “gordas” eram vistas como saudáveis, ao contrário das magras, tidas como raquíticas e doentes. Esse conceito mudou muito nos tempos modernos, e hoje ter um peso controlado é indicado por profissionais de saúde. A obesidade preocupa, porque quase sempre ela está associada a alguma outra patologia, como as dislipidemias (alterações nos níveis de lipídios do sangue, dentre eles colesterol e triglicerídeos). Além disso, pessoas obesas estão mais predispostas a alterações vasculares, como arteriosclerose, infarto do miocárdio e hipertensão arterial. Estudos recentes ainda mostram relações entre obesidade e alta incidência de determinados cânceres, evidenciando as grandes alterações que o corpo sofre com o aumento exacerbado de peso. Isso sem falar nos transtornos psicológicos que o paciente obeso normalmente apresenta, dentre eles depressão e alterações de consciência.
O tratamento é recomendado levando-se em consideração o histórico do paciente e seu grau de obesidade. Nos casos considerados simples, recomenda-se a associação entre hábitos alimentares saudáveis e exercício físico, como mudança no estilo de vida da pessoa. Apenas nos casos graves de obesidade mórbida, é iniciada a avaliação para a cirurgia bariátrica, em que há uma redução do estomago. Em ambos os tratamentos, o acompanhamento psicológico faz toda a diferença.
O importante é nunca se descuidar da saúde, e ao primeiro sinal de alterações procurar um serviço medico de confiança!






Glivia Renata S. Novaes é estudante de Medicina e estará conosco aqui no Conexão Fisio. A Equipe Conexão deseja as boas vindas á Glívia e agradece-lhe o apoio e confiança depositados no blog.

terça-feira, 1 de maio de 2012

POR ONDE ANDAMOS - 2º CONQUISTA FITNESS


 
Nos dias 13, 14 e 15 de abril a equipe do Conexão Fisio participou do 2º Conquista Fitness em Vitória da Conquista – BA, evento este, que proporcionou um conhecimento mais amplo nas áreas de Educação Física, Fisioterapia e Nutrição.
Além de cobrir a feira fitness, no local do evento, os redatores Alessandro e Heitor participaram dos cursos na área de fisioterapia ministrada por profissionais bem capacitados e com uma carga de conhecimento muito grande. Os cursos tiveram como tema: Lesões Desportivas no Ombro, na coluna e no joelho, orientados pelos fisioterapeutas Dr. Alípio Júnior, Dr. Hugo João Angelim e Dr. Vilineive Moreira. O fisioterapeuta e Educador físico das estrelas, Dr. Carlos Tomaiolo prestigiou o Conquista Fitness falando sobre Lesões na prática de exercicios resistidos e esporte de força - sua prevenção e tratamento.
A ex-BBB Michely Crisfepe esteve no evento acompanhada do seu namorado, Carlos Tomaiolo, para participar do Desfile Fitness, o qual foi sucesso.
Fábio Grisi e Edivan Gomes, produtores do evento, receberam nossa equipe com muita satisfação.
O Conquista Fitness nos deixou com um gosto de quero-mais, e em 2013 estaremos lá novamente.








FISIOTERAPEUTAS DA EMPRESA FISIO SPORT CURSOS: 
  • DR. HUGO ANGELIM (Fisiot. da Confederação Brasileira de Vôlei)
  • DR. VILINEIVE MOREIRA (Fisiot. da Confederação Brasileira de Vôlei)
  • DR. ALIPIO JÚNIOR (Osteopata)

  









PARTICIPANTES DO CURSO "LESÕES DESPORTIVAS NO OMBRO, COLUNA E JOELHO" E OS MINISTRANTES DO CURSO










DR. CARLOS TOMAIOLO, MICHELY CRISFEPE E DR. ALÍPIO NO EVENTO













LOCAL DA FEIRA FITNESS












ALGUNS PRODUTOS DISPONÍVEIS NA FEIRA













LOCAL DO EVENTO E DA FEIRA












 O REDATOR DO BLOG HEITOR MACHADO COM A EX-BBB MICHELY





HEITOR MACHADO
(Redator do Conexão Fisio)